segunda-feira, 2 de abril de 2012

10 mandamentos da manipulação midiática


O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das "10 estratégias de manipulação" através da mídia. Eis que transcrevo abaixo. Lógico que a maioria não consegue ler tanta coisa na internet pois cansa e aquele videozinho do youtube é mais fácil de entender mas fica a dica.

Créditos: http://www.blogstraquis.blog-se.com.br

1-A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".



2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos... Foi assim que Deus ou deus surgiu.

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".



8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto... Luan Santana, restart, - deve ser assim que se escreve! - e outras porcarias ...

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, ou - diz: se deus quer assim! - o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos. E os infelizes como eu e outros malucos mundo a fora que tentam mostrar que esse maldito sistema nos manipula são ignorados.

Retirado do Blog: Que imprenÇa é essa???

Relaxando seu dia...

Estórias dos Homens

Mutação do vírus mais poderoso do mundo está entrando em ação


Variação do Stuxnet foi encontrada na Europa e tinha como alvo diversas corporações.

Uma variação do temido vírus Stuxnet, que atacou o programa nuclear do Irã, foi encontrada na Europa. Especialistas afirmam que a sua codificação tem alto poder de destruição e pode criar até mesmo uma espécie de guerra cibernética em níveis mais elevados.

Estados Unidos e Israel foram acusados de estar por trás do Stuxnet, mas na época nada foi confirmado oficialmente. A mutação do vírus foi descoberta pela Symantec e, inicialmente, foi batizada de Duqu. A companhia não informou quais empresas estavam entre os alvos do novo malware descoberto, e uma investigação foi iniciada.

“A maior parte do código encontrado é similar ao Stuxnet”, explicou a Symantec em nota oficial. “Dessa forma, é bem provável que o novo vírus tenha sido feito pelos mesmos autores ou ainda por alguém que teve acesso ao código”, afirma a empresa.

O Duqu foi enviado à Europa a partir de um servidor na Índia, mas apenas essa informação não é o suficiente para determinar quem é o autor do código. Depois de atacar um número específico de empresas na Europa, o vírus seria desativado automaticamente 36 dias depois.


Leia mais em:
http://www.tecmundo.com.br/virus/14516-mutacao-do-virus-mais-poderoso-do-mundo-esta-entrando-em-acao.htm#ixzz1knlV8a6C

Vírus estão infectando malwares e criando "Frankenvírus"


A maioria das pessoas confia totalmente em seus antivírus, e creem que estes programas são capazes de identificar todos os tipos de ameaças. O que ninguém contava, entretanto, é que os próprios vírus acabariam por atacar outros malwares.

De acordo com declarações da BitDefender, diferentes ameaças vêm invadindo umas às outras, criando espécies híbridas, como se fossem “Frankenvírus”. Segundo a empresa, eles trabalham de maneira diferente dos vírus habituais.

O que eles fazem é identificar se a máquina já conta com algum malware instalado em seu sistema. Ao perceber uma oportunidade, estes vírus se juntam à ameaça anterior e também aos arquivos executáveis, criando uma brecha para “trabalhar” com maior liberdade.

A companhia diz que já encontrou cerca de 40 mil tipos diferentes deste novo tipo de ameaça, inclusive, alguns trabalhando em malwares já bem conhecidos. O vírus Virtob, por exemplo, foi identificado inserido dentro de alguns outras pragas, como OnlineGames e Mydoom.

Apesar dos alertas, a Symantec, outra gigante do ramo, diz que ainda não é possível afirmar com certeza absoluta a existência destes Frankenvírus e que os apontamentos podem se também apenas alguns falso-positivos identificados erroneamente.


Leia mais em:
http://www.tecmundo.com.br/virus/18598-virus-estao-infectando-malwares-e-criando-frankenvirus-.htm#ixzz1knkizLbJ

Sem palavras

“Rouba mais faz”



O politico paulista Adhemar de Barros (1901-1969) ficou como conhecido por um slogan tão eficaz quanto incorreto: “Rouba mais faz”. Tachado de populista e demagogo pelos adversários, ele governou o estado de São Paulo em três ocasiões e tinha grande identificação com o publico. Sabia conquistar a conquista do povo com as obras que comandava e com seu jeito espirituoso de tratar políticos e populares. Em certa ocasião, ao descer de um trem para uma inauguração no interior de São Paulo, um prefeito veio a sua direção com discurso de varias paginas que pretendia ler na cerimônia. O governador o abraçou, tirou o discurso de suas mãos e o enfiou no bolso: “Pode deixar que eu leio em casa com atenção...”

Fonte: História da biblioteca nacional. Ano 5. Nº 55 abril de 2010. Pag. 84