sexta-feira, 13 de abril de 2012

A imprensa está do lado do povo ou do lado da elite?


Johannes Guttenberg no século XV fundou a imprensa. No começo, a imprensa era a voz do povo perante a elite. Com o passar dos anos, seus donos começaram a se voltar contra o povo e a divulgar as notícias que a elite deixava. A imprensa brasileira, está preocupada com o povo? Ah, claro que está! Os jornalistas são imparciais! O jornal que você leu, a revista que você leu chamou a ditadura de "ditabranda". Essa imprensa diz que "comunistas comem criancinhas". Essa imprensa diz que o Bush salvou o Mundo Ocidental do malvado islã. Imprensa livre não significa democracia. Não é o pilar da democracia. A imprensa de hoje está aí para dar voz a elite, aquela que explora o trabalhador. Defende o banco que tira o morador da sua casa. Essa imprensa dá voz a terroristas, que dizem que vão salvar o "Mundo Livre". A liberdade que tanto os direitistas quanto a sua imprensa cita, é a liberdade da elite esmagar o trabalhador! Essa é a imprensa do sistema que dá e tira. Mas tira do que dá. Regulamentação da Mídia significa aumentar a democracia!


http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120131121943AALq1Za

quarta-feira, 11 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

É tudo culpa sua...

Quanto vale um professor?


PAULO CAMINHA (*)

Jornalista e Escritor

A escolinha do professor Raimundo. Apenas uma diversão? Apenas o surtir no telespectador o efeito do riso? É isto e bem mais do que isto: uma sátira às dificuldades de vida que enfrenta o professor neste país de extremas e desnorteantes desigualdades. Com efeito, um símbolo artístico. Que põe a descoberto uma realidade vergonhosa. Vergonhosa? Na verdade, uma feroz desfeita a esse sujeito social capaz de transformar o mundo... O professor.

É despreparada a maioria dos nossos professores? Bem; não vamos discutir a coisa sob aspecto, até porque, façamos-lhes justiça, não lhes cabe a culpa. Nesse particular, pois, fiquemos só até aí. Somente uma coisa. Se o professor não ganha sequer para atender às despesas de casa, o que vale dizer, não pode comprar livros, como admitir, ou exigir-lhe o preparo à altura do seu mister? É pedir demais.

Vamos, aqui, ao que interessa. Quantas vezes um deputado ganha mais do que um professor? Hein? Nem é bom falar. E agora lhe pergunto: Quem é mais útil à sociedade? Também não é preciso responder, de tão evidente. De tão aos olhos. Eu disse útil? Acho que coloquei mal o termo, na medida em que deputado não serve para coisa nenhuma... Além do que já se sabe. Sem esforço nenhum.

Não quero nem deputado; vamos mesmo de vereador. Em qualquer lugar deste país, um vereador ganha mais do que um professor, e para não fazer nada, como os seus maiores na hierarquia legislativa. E tanto é assim, e por isso, que a vereança se tornou, como é evidente, o emprego mais cobiçado nos sítios municipais. Com a vantagem de não bater um prego numa barra de sabão, como vulgarmente se diz.

Mas, talvez se pergunte: Onde está o dinheiro para se pagar ao professor o salário digno? Muito simples. E até demais. Claro que está no custo do legislativo, como um todo, no bolso das classes do prestígio, afinal de contas na corrupção na gestão da fazenda pública, sem uma jaculatória de penitência. O dinheiro existe, só que não chega para o bico do professor. Só um reparo - quem manda votar nessa gente?

E ainda se fala em melhora da educação neste país. Como, se o professor ganha vergonhosamente menos que um parasita do funcionalismo de câmara municipal? Direi mais: no Japão, como exemplo, o professor é considerado, e a tal ponto de ser visto, ou tratado, com enorme respeito pela sociedade, onde quer que se apresente. É o sujeito social da cultura. Em suma é isto: a escolinha do professor Raimundo é a fiel representação dessa classe... No Brasil.

(*) Sobre o Autor - Paulo Caminha é jornalista e Doutor em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Jornalista profissional desde 1975, já trabalhou em praticamente todos os principais veículos da imprensa brasileira (jornais, revistas e redes de TV), nas funções de repórter. Atualmente, é jornalista correspondente e professor universitário.

E-mail: paulo_caminha1@yahoo.com.br

http://paulocaminha1.blogspot.com.br/2012/04/quanto-vale-um-professor_6898.html

Meu ouvido não é pinico...


A música brasileira moderna tem recebidos “grandes contribuições” atualmente, por parte das bandinhas coloridas e de músicas que foram simplificadas em uma estrofe repetida várias vezes, e quando essas tem uma letra, está é surreal ao estremo da imaginação humana.

A ultima perola que entrou nos meus ouvidos e que me deixou puto da vida foi: “Pra que estudar, se tudo que eu quero o meu pai me dar...”. Pois é, esse é um dos mais novos e belos refrãos da música popular brasileira de massa – ou simplesmente o a indústria cultural criando gente burra -, agora sinceramente, eu e outros milhares de professores batalhamos diariamente para libertar a mente dos jovens da alienação midiática que o sistema produz e vem um “gênio da música” e compõem uma merda dessa! Sinceramente é pra deixar você puto da vida.

Agora me diga, que contribuição uma música desta pode dá para milhares de jovens a escutam, a não ser vedar cada vez mais seus olhos para o real sentido da educação? Na minha perspectiva “músicas” como essas e seus compositores deveriam ser queimados numa bela fogueira como se fazia na idade media, pois só livrando nossa sociedade desse tipo de pensamento, é que vamos caminhar rumo a uma sociedade mais justa. Onde os desgraçados alienadores cairão.